
No fim do arco íris, existe uma esperança, a minha esperança que sempre foi e sempre vai ser a última a morrer, porque sempre acredito no que quero, e não desisto nunca, sou uma pessoa guerreira, que luta pelas coisas que quer quer, pelas coisas que ama, e nunca desiste, a desistência é para os fracos e não para a Renata que acredita na vida e no amor, os fracos incapazes de amar, são os desistentes das batalhas, os que não acreditam em nada e não tem esperança.
Ainda tenho uma certa esperança das coisas voltarem a ser como eram antes, de eu poder, acreditar, amar, ter, estar, viver e sonhar.
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